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Hino a Jahu 02

No recesso da mata sombria
Entre lutas sem par de gigantes,
Eis que surge, senhoras, um dia,
O Jahu dos viris bandeirantes...

A cidade gentil, linda moça,
Em prestígios se estende afinal,
Da famosa e feraz terra roxa,
É a punjante e louçã Capital...

Desde então, o Jahu resplandece
Em ações autorais, meritórias,
Donde aponta a epopéia da messa
Resplandente e vibrante de glória.

Entre muitas que a pátria sentiu
Tem-se a glória infinita do azul,
Que Ribeiro de Barros cingiu,
Pelo céu do Cruzeiro do Sul.

Salve Jahu, nossa gente,
Jamais se cansa de amá-lo
Como a jóia aurifulgente,
Do coração de São Paulo.

* Letra: Tullio de Castro.
* Música: Romeu Fornalé.

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